
Em 23 de Fevereiro de 2009, a comissão europeia, preocupada com o perigo da saúde pública associada aos campos electromagnéticos, apresentou um relatório em que visa instituir leis para a protecção do ser humano. Toda esta questão deve-se ao facto de, na actividade biológica quotidiana, os seres vivos libertarem energia. De que forma poderíamos então obter electrocardiogramas ou electroencefalogramas? Assim, é essencial compreender a interacção do corpo humano com actividade eléctrica de um campo electromagnético e como os habitantes da Terra podem absorver as radiações sejam de microondas, rádio, televisão, telemóvel, antenas transmissoras e linhas de alta tensão. Podemos afirmar, pela análise dos objectos ditos anteriormente, que já não conseguimos sobreviver ou pelo menos ser os mesmos sem todos estes electrodomésticos e não só no nosso quotidiano.
Há portanto muitas perguntas que suscitam inúmeras incertezas científicas, e que a maior parte das autoridades públicas ainda não apreenderam em toda a sua dimensão. Daí o interesse no relatório da União Europeia redigido com total independência, sem tomar partido na intensa polémica científica sobre o tema dos campos electromagnéticos. O objectivo principal é, através de uma dezena de propostas concretas, dar respostas aos cidadãos, sejam eles simples utilizadores destes aparelhos e/ou moradores vizinhos de antenas retransmissoras ou de linhas de alta tensão. Cidadãos que são cada vez mais numerosos a exprimirem as suas preocupações quanto ao impacto na sua saúde desta exposição permanente a microondas.
Assim, o Parlamento Europeu nomeou valores-limite para as emissões de energia dos campos até agora tratados:
1. GSM (900 MHz): 41,25 Volts/metro
2. DCS (1800 MHz): 58,33 Volts/metro
3. UMTS (2100 MHz): 61 Volts/metro.
Um caso positivo por um estado-membro da UE:
§ No Grão-Ducado do Luxemburgo, um Estado que a relatora conhece bem, o Gov
erno decidiu-se, desde os finais de 2000, pela aplicação do princípio da precaução, impondo um valor máximo do campo eléctrico de 3 Volts /metro por transmissor situado perto de zonas residenciais. A população luxemburguesa está praticamente 14 vezes mais protegida contra os campos electromagnéticos do que outros cidadãos da União Europeia.
Podemos, em modo de conclusão, afirmar que o humano embora só tenha notado até agora um aumento da temperatura corporal e uma maior absorção de radiações pouco energéticas, é melhor prevenir e assim, proteger a nossa saúde, não estando durante um enorme intervalo de tempo (muitos anos) sobre estas radiações.
Há portanto muitas perguntas que suscitam inúmeras incertezas científicas, e que a maior parte das autoridades públicas ainda não apreenderam em toda a sua dimensão. Daí o interesse no relatório da União Europeia redigido com total independência, sem tomar partido na intensa polémica científica sobre o tema dos campos electromagnéticos. O objectivo principal é, através de uma dezena de propostas concretas, dar respostas aos cidadãos, sejam eles simples utilizadores destes aparelhos e/ou moradores vizinhos de antenas retransmissoras ou de linhas de alta tensão. Cidadãos que são cada vez mais numerosos a exprimirem as suas preocupações quanto ao impacto na sua saúde desta exposição permanente a microondas.Assim, o Parlamento Europeu nomeou valores-limite para as emissões de energia dos campos até agora tratados:
1. GSM (900 MHz): 41,25 Volts/metro
2. DCS (1800 MHz): 58,33 Volts/metro
3. UMTS (2100 MHz): 61 Volts/metro.
Um caso positivo por um estado-membro da UE:
§ No Grão-Ducado do Luxemburgo, um Estado que a relatora conhece bem, o Gov
erno decidiu-se, desde os finais de 2000, pela aplicação do princípio da precaução, impondo um valor máximo do campo eléctrico de 3 Volts /metro por transmissor situado perto de zonas residenciais. A população luxemburguesa está praticamente 14 vezes mais protegida contra os campos electromagnéticos do que outros cidadãos da União Europeia.Podemos, em modo de conclusão, afirmar que o humano embora só tenha notado até agora um aumento da temperatura corporal e uma maior absorção de radiações pouco energéticas, é melhor prevenir e assim, proteger a nossa saúde, não estando durante um enorme intervalo de tempo (muitos anos) sobre estas radiações.
